A História da Seminis no Brasil

Seminis no Brasil

Podemos dizer que o início da presença da Seminis no Brasil se deu na década de 40, pois devido a II Guerra Mundial, as empresas européias que abasteciam o Brasil sofreram graves perdas e os importadores de sementes da época iniciaram a introdução da marca Asgrow (de origem americana) no mercado brasileiro. Naquele período inicial as sementes da Asgrow eram vendidas no Brasil por um representante comercial e eram trazidas por importadores desde os centros de produção dos Estados Unidos.

Com o objetivo de melhor atender seus clientes e tendo em vista o grande crescimento agrícola do Brasil, em 1975 foi instalada uma subsidiária da Asgrow no país.

Em 1983 foi inaugurada a Estação Experimental da Asgrow, em Paulínia – SP. A primeira localizada em climas tropicais para programas de melhoramento genético de hortaliças locais.

Seminis no Brasil

Em 1950 foi inaugurada a marca Petoseed, na Califórnia – EUA. Na década de 80 a marca foi introduzida no Brasil, levando para o mercado o tema “Força, Visão e Qualidade”, tradicionalmente trabalhando no mercado de tomate indústria e cucurbitáceas. Desde esta fase até 1995 a marca Petoseed atuava no Brasil através de representantes comerciais.

Em 1995 a Petossed passou a fazer parte do grupo Seminis e em 1997 passou a operar no Brasil através da SVS do Brasil, subsidiária da Seminis.

A marca Royal Sluis fundada na Holanda em 1859, iniciou sua atuação no Brasil aproximadamente em 1973 com produção de sementes de feijões. Em seguida, em torno de 1975, houve a instalação de uma subsidiária da Royal Sluis no Brasil.

Neste período a Royal importava seus produtos e vendia a comerciantes de sementes na diferentes regiões do país. Após alguns anos atuando desta forma a Royal Sluis encerrou sua operação direta no país e passou a ter um representante comercial que fazia as vendas de seus produtos que eram importados da matriz da empresa localizada na Holanda.

Em 1995 a marca Royal Sluis foi incorporada ao grupo Seminis.

Outra marca comercial que hoje pertence a Seminis é a Horticeres que foi criada em 1967. A Agroceres, uma empresa líder na área de sementes de milho no Brasil decidiu criar então uma divisão de sementes de hortaliças sob o nome Horticeres. Em 1967 foi construída a unidade de sementes de hortaliças, na cidade de Igarapé (MG), com o objetivo de desenvolver novas variedades mais adaptadas às condições de clima e solo brasileiros, bem como iniciar as atividades de produções de sementes de hortaliças no Brasil com o objetivo de reduzir a dependência dos produtores brasileiros das sementes importadas.

Em 1998 a então SVS do Brasil Sementes, subsidiária da Seminis Vegetable Seeds, adquiriu a Horticeres. A partir dessa data, a Seminis passou a controlar as unidades de produção e estações de pesquisa estrategicamente localizadas, em diferentes regiões do país. Este fato auxilia no processo de avaliação de novas cultivares, bem como na produção de sementes das diferentes espécies.

Em 1999 a Horticeres volta ao mercado com o slogan Genética Nacional, Qualidade Mundial e consolida-se como uma das principais do segmento. Desenvolve uma nova logomarca para transmitir os atributos de qualidade e modernidade na nova fase.

Como marca da empresa Seminis, a Horticeres sempre foi inovadora: ousou nas embalagens, no material técnico, nos eventos e realizou o Hortishow, em Minas Gerais. Lançou o primeiro CD card para divulgar o tomate Densus e as primeiras sementes de alface orgânicas, Luisa e Marianne, desenvolvidas para o mercado brasileiro.

Em 2003 a Seminis decidiu consolidar suas marcas no Brasil e passou a vender sob a marca Seminis, os produtos que eram vendidos nas marcas Asgrow, Petoseed e Royal Sluis. Continua vendendo a produtos com a marca Horticeres no Brasil.

Em 2007 a marca Horticeres se desvincula da Seminis e torna-se uma empresa a parte, Horticeres Sementes Ltda., atuando como parceiras em complementação de portfolio.

Saiba mais sobre a Horticeres: www.horticeres.com.br

Veja mais em “Nossa História – Gerações de Experiência”